CRESCIMENTO DEFICIENTE PODE SER GENÉTICO

OBESO E A SAÚDE

27 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: SABOR, AROMA – OLFATO, TEXTURA, ATRAVÉS DA INGESTÃO DE ALIMENTOS AGRADÁVEIS,


IMAGENS DO ALIMENTO POSITIVA, PODE REPRESENTAR A NÍVEL CEREBRAL UMA RECOMPENSA PARA O SER HUMANO, E COMO ESTE PROCESSO É INDIVIDUAL, ESSES FATORES PODEM LEVAR  A UMA MAIOR INGESTÃO DE ALIMENTOS MESMO SEM TER FOME, E LEVAR AO AUMENTO DE PESO, SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL E ESSES FATORES PODEM DESENCADEAR UM “BRAIN- STORM” (ATIVAÇÃO NEURAL) COM GATILHO PARA OUTRAS FUNÇÕES METABÓLICAS QUE LEVAM A OBESIDADE.

É quase intuitivo indivíduos HOMO – SAPIENS – SAPIENS, serem influenciados por fatores externos à necessidade de ingestão de alimentos agradáveis, através de uma série de gatilhos primitivos, que irão desencadear a nível cerebral de forma individual para cada ser, a recompensa e o prazer de ingerir substâncias alimentares, que podem levá-lo à desorganização da oferta e da necessidade, tendo como resultado o aumento do IMC, e consequente elevação do peso, sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral. Os fatores mais frequentes estão ligados ao sabor, aroma – olfato, textura, através da ingestão de alimentos agradáveis, imagens do alimento positiva, e conforme estudos prospectivos de revisão, a conclusão é o acionamento em conjunto de diversos centros neurológicos. 
Esses parâmetros ficam gravados de forma complementar neuronal e funcional através de neuroimagem em humanos, mostrando que o gosto primário da córtex insular anterior do cérebro, fornece separado e em forma de representações combinadas do sabor, temperatura e textura (textura de gordura), aroma. Motivação é um processo pelo qual organismos desempenham e direcionam determinados comportamentos, de acordo com suas necessidades. Um aspecto fundamental deste processo é o aprendizado da relação entre estímulos biologicamente significativos e estímulos neutros que predizem sua ocorrência. De acordo com este processo, organismos se aproximam e contatam estímulos alvos úteis, evitando estímulos nocivos e ignorando aqueles que não têm interesse. 

A propriedade fundamental do estímulo para uma resposta é sua valência motivacional. A compulsão pelo consumo de alimentos ou substâncias com sabor, aroma – olfato, textura, através da ingestão de alimentos agradáveis, imagens do alimento positiva, de abuso pode ser determinada por comportamentos motivacionais. Pode ser conceituada como um caso especial de comportamento operante, que é sustentado por um reforço positivo para uma resposta desejada. O desejo, sensações agradáveis e euforia que tais alimentos compensatórios de abuso promovem no indivíduo são consequências de alterações neuroadaptativas no nível celular e molecular. A atividade de neurotransmissores e vias específicas contribui para este processo. Estas entradas sensoriais são para alguns neurônios combinados com a aprendizagem olfativa e insumos visuais, e esses alimentos codificam neurônios para a recompensa que eles só respondem à comida quando está com fome, e em que se correlacionam com ativações subjetiva de agradabilidade. Fatores, incluindo nível da palavra descrições, e atenção, modulam a representação do valor da recompensa do alimento no cérebro (córtex insular anterior). Além disso, existem grandes diferenças individuais na representação do valor da recompensa do alimento no cérebro (córtex insular anterior).

Argumenta-se que a superalimentação do peso, sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral, são relacionadas, em muitos casos a um aumento do valor da recompensa aos estímulos sensoriais produzidos por alimentos, e as modulações através da cognição e da atenção, que substitui existentes sinais de saciedade.
Propõe-se que o controle de todos esses valores, ao invés de um ou vários desses fatores que influenciam a recompensa do alimento e estimulam a comer, podem ser importantes na prevenção e no tratamento de superalimentação e do peso, sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, visceral.

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais: 
1.A obesidade trás sérias consequências à saúde da mulher? http://controladaobesidade.blogspot.com

2.Mulheres obesas têm maior risco de vários tipos de câncer, incluindo câncer de endométrio, câncer de colo uterino, câncer de mama e, talvez, o câncer de ovário?
http://sobrepesopeso.blogspot.com/ 

3.A obesidade tem amplos alcances sobre a saúde reprodutiva e doenças crônicas em mulheres?
http://gorduravisceral.blogspot.com/ 

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO 
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. 


Referências Bibliográficas: 
International Journal of Obesity 35, 550-561 (Abril 
2011)Oxford Centro de Neurociência Computacional, Oxford, UK
Universidade de Oxford, Departamento de Psicologia Experimental, Estrada Parque Sul, Oxford OX1 3UD, Inglaterra. Edmund.Rolls , Rolls ET.
 







Contato:
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12 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA – NUTRIÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO NA PROTEÇÃO CONTRA O SOBREPESO, OBESIDADE.

A hipótese de que o aleitamento materno tem efeito protetor contra a obesidade não é recente. Sabemos que crianças que recebem o aleitamento materno apresentam menor prevalência de “risco de sobrepeso” em relação àquelas que nunca foram amamentadas. As crianças que recebem o aleitamento materno exclusivo por pelo menos seis meses são protegidas contra o sobrepeso e a obesidade, ou seja, quanto maior a quantidade de leite materno recebido no início da vida, maior a proteção em relação ao sobrepeso e à obesidadePorém as crianças que apresentam um peso ao nascer maior que 3.500g têm mais chances para desenvolver o sobrepeso e a obesidade. Outro fator de risco é a introdução de açúcar na alimentação, nessa fase em que a criança está formando seus hábitos, pode levar ao maior consumo de alimentos com açúcar na vida adulta. Preparações do tipo leite com achocolatado, mingau, bolacha doce e recheada, que têm sabor agradável, agradam bastante às crianças, levando-as ao consumo em grande quantidade destes produtos, elevando assim o valor calórico total da dieta e o risco de sobrepeso e obesidadeOutro fator é que a mãe que trabalha fora, tende a “agradar” a criança com alimentos altamente energéticos, como salgadinhos, bolachas recheadas, chocolates, balas, pirulitos e outros, na tentativa de “compensar” sua ausência devido ao trabalho. Pode-se concluir que, além de todos os benefícios já bastante estudados e conhecidos do aleitamento materno, agrega-se mais um, que é a proteção contra o sobrepeso e a obesidade durante toda a infância, independentemente da idade da criança, da renda familiar, do estado nutricional e da escolaridade dos pais.

Dr. João Santos Caio Jr.
 Endocrinologia – Neuroendocrinologista
 CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
 CRM 28930

Como Saber Mais:
1.O aleitamento materno protege contra a obesidade?
http://nutricaocontrolada.blogspot.com

2. A introdução de doces precocemente favorece o ganho de peso?
http://obesidadeinfantojuvenil.blogspot.com

3. A Obesidade está relaciona a doenças cardiovasculares?
http://hipertensaoarterial2.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Simon, V.G.N.;Souza, J.M.P.; Buongermino, S.; Aleitamento materno, alimentação complementar, sobrepeso e obesidade em pré - escolares.; Revista de Saúde Pública 2009;43(1):60-9.








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